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Pitaco do Pitocopor Jairo Eduardo

Chuva forte em Cascavel

29 de abril de 2026, às 14:34

Jornal da Manhã discute recordações de chuvas fortes e apresenta reportagem sobre motoristas de aplicativo.

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Chuva forte em Cascavel
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Jairo Eduardo

Editor — Pitaco do Pitoco · 29 de abril de 2026, às 14:34

Jornal da Manhã. Os pitacos do Pitoco com o jornalista Jairo Eduardo. Jairo Eduardo pra você uma excelente quarta-feira seja bem-vindo bom dia. Bom dia, bom dia Hélio, nossos muitos ouvintes que recordações você tem de chuvões igual esse que está caindo hoje sobre Cascavel na sua infância. Rapaz. O que você lembra? Rapaz. Chuvas fortes. Chuvas fortes, aquela chuva assim que eu me lembro que a minha vózinha, né, que já não está não está entre nós uma chuva muito forte ali na região de Cianote, onde eu nasci, né e a casa dela era simples, né, de eternite, aquela fininha, e começou a cair uma chuva muito forte, muito forte mesmo e começou a chover granizo e aí ela falou assim, menino vamos debaixo da mesa só que eu nunca tive medo de chuva, né, desde pequeno, né, e aí essa é a minha recordação que eu tenho dela, uma chuva bem forte mesmo, e eu acabei ficando ali debaixo da mesa, e aí as pedras foram caindo e acabou perfurando algumas telhas. Olha, veja só, a sábia, a vovó cautelosa que protegeu o netinho. Bom, eu tive uma experiência semelhante, quando tivemos uma breve passagem por São Miguel de Iguaçu. Nossa vida toda foi em Cascavel, da família, mas tivemos uma passagem lá de dois ou três anos em São Miguel do Iguaçu e temporal muito forte também, destelhou a casa. Eu me recordo assim, muito superficialmente, porque ainda era muito criança, né? Me lembro da água pela canela, né? Isso eu me lembro dentro de casa. E me recordo de uma outra cena. O vento foi tão forte naquela ocasião que o tronco de uma árvore se fixou atravessou a parede do terminal rodovi e ali ficou por muito tempo Curioso isso n sei se era para mostrar para as pessoas a for do vento ou se era uma inépcia da prefeitura, das autoridades em consertar aquilo, ou se aquilo virou quase um monumento da cidade, mas é uma cena realmente inesquecível. Aqui em Cascavel, o que eu me recordo é das enxurradas nas estradas de chão, não só o ruído que você ouvia a noite toda daquela água passando em velocidade na área declinada do terreno, como também depois das vossorocas que se abriam nesse período em que não havia pavimentação asfáltica. São recordações, são lembranças de um dia de chuva. mas eu quero passar rapidinho numa reportagem que a gente está colocando na edição do jornal desta quinta-feira, excepcionalmente vamos circular um dia antes em razão do 1º de maio que traz um pouquinho da vida dos desafios e dos novos negócios ofertados ao pessoal que quer ter um trampo um trabalho em que se escolhe as horas para trabalhar, que trabalha sentado no ar-condicionado, ouvindo uma musiquinha num carro novo e batendo papo aí, prosendo com os passageiros. Me refiro, obviamente, ao ofício de motorista de aplicativo. Surgem outras possibilidades. Vamos dizer assim, o motorista que, por alguma razão, está sem crédito para financiar 80 mil reais, que é o sinal que se dá num carro elétrico de entrada. ou tem problema de ficha, vamos dizer assim ou tem problema de limitação de financiamento qualquer que seja a op que tem surgido para esses condutores e mesmo para quem quer entrar nesse segmento que eu dei uma romanceada ali l na apresenta inicial tem suas pedras tamb no sapato n A gente sabe disso. Ele pode alugar um carro. E algumas empresas, vamos citar aquele Cascavel, a Bionova, adquiriu mais de 20 veículos elétricos. esses B.O.I.D. Dolphine o EX2 da Dili para alugar para condutores para alugar para motorista aplicativo basicamente você paga um aluguel semanal é um contrato de muitas cláusulas porque você tem ali nas mãos de um condutor você tem ali um um bem de valor relativamente relevante acima de 120 mil reais enfim aluga-se o carro elétrico o investidor compra o carro elétrico, aluga para o motorista aplicativo por entre mil e duzentos, mil e cem até mil e quinhentos reais por semana e se estabelece um limite de quilometragem e o resultado é que se não houvesse resultado, estou repetindo a palavra o resultado é que se não houvesse resultado não havia tanto investimento, uma empresa apenas adquirir vinte carros em uma tacada só, um investimento superior a 2 milhões de reais, é porque há motoristas, condutores, pessoal do aplicativo, que se propõem a pagar aluguéis de até 1.500 reais por mês, nesse caso, 1.500 por semana. Nesse caso, 1.500 por semana, a empresa, nesse caso que eu citei, ela entra com a energia elétrica, porque ela é produtora, através das suas placas solares e tá feito o brick né aí alguns vão dizer mas poxa mas quantas horas e quantos quantas horas esse motorista vai ter que p para pagar um aluguel desse tamanho olha eu n sei n eu n sou do ramo sou leigo Eu s sei que o neg existe e est rodando Se n estivesse rodando ningu ia colocar 2 milh de reais numa aquisição de 20 veículos para locação. São as novas possibilidades e oportunidades ofertadas aí pela eletrificação da frota no Brasil. Você trabalharia de Uber, meu amigo Hélio? Pois é, Jair. a gente fala Uber, mas é motor de aplicativo tem 99, tem N eu noto assim sabe Jaro, que os motoristas de aplicativo quanto mais se roda, quanto mais corridas, mais se ganha, assim também é com os entregadores também de modos e tudo vai e por aí vai mas eu creio que hoje aumentando a frota de motoristas de aplicativo o trânsito vai inchando cada vez mais e também um item preocupante nessa história toda é a questão da mobilidade também dos acidentes que tendem a aumentar, porque quanto mais se roda, mais se ganha. Aí, ou seja, tem que pisar um pouquinho mais pra correr mais, né? Preocupante também, né? É. Ou o Uber tá colocando mais carro na rua ou tá tirando, né? Porque muita gente nem adquirindo carro, principalmente a juventude, não compra, não quer ter carro pra exatamente usar essas possibilidades dos aplicativos. Mas só o tempo dará todas as respostas, né? Exatamente, tá certo. Deixa chover e vambora, né? Pois é, pois é. Já tomou um cafezinho, Jário? Não, ainda não, cara. Meio na correria aqui, falei, vou atender o Hélio primeiro, vou preparar meu cafezinho, tô administrando aqui dois bichos ao mesmo tempo, tô encrencado aqui, a Tilata, que é uma gatinha, filhote, e a Luna, que é uma cachorrinha, elas tão numa encrenca danada aqui, eu tô tentando mediar, sabe? Conversar com você e com os ouvintes e mediar esse conflito aqui. Então tá bom, então tá bom. Vambora? Tá certo, Jaro. Para você uma excelente quarta-feira chuvosa e até amanhã. Combinado. Saúde a todos. Grande abraço. Até breve. Até breve.

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Este é o Pitaco do Pitoco, a análise editorial diária de Jairo Eduardo.