Cascavel, Domingo, 25 de outubro de 2020

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Chega ao mercado uma 'arma' pensada para as crianças!

Será uma arma, um brinquedo?!!! O que foi concebido a princípio para ser uma máquina como outra qualquer...
Postado em 11/09/2020

Fazendo uma analogia, uma faca de cortar legumes representa perigo? Uma enxada? Uma ingênua gravata? (Logo entenderão) Depende!
O que é um brinquedo, dependendo das mãos que o detém pode virar uma arma! Santos Dumont concebeu o avião para fins pacíficos, mas primeiro foi usado como arma, daí porque ele se suicidou, com uma gravata, sim!
Sempre digo que não adianta proibir as drogas, álcool, fumo... Se a pessoa quer se matar com uma overdose, o fará comendo alface, banana. Sem querer eu provoquei uma intoxicação, dos meus rins, comendo melancia.
Dependendo do método, demora um pouco mais.
Como que pode uma simples máquina -parafusadeira pneumática-  ser a culpada por tantas rodas que se soltam dos carros? Claro que a máquina por si só não é a culpada! Nem os carros são os culpados por tantos acidentes no trânsito. Nem as armas são as culpadas por tantas mortes.
Mas tô fugindo do brinquedo, digo do assunto.
Depois de quase ter sido atingido, por uma roda que se soltou de um veículo, eu passei a me interessar mais no assunto.
Além do que a televisão mostra, fui pesquisar na internet e a minha tese que já tinha a respeito, ficou ainda mais confirmada.
É grande o número de acidentes com as rodas que se soltam dos carros em movimento, e parece que está aumentando. E a causa é uma só, a máquina (desregulada…) na mão de curiosos!!!
Colocar/trocar uma roda manualmente num carro, usando a boa e velha ‘chave-de-roda’, mesmo com um mínimo de experiência, é remota a possibilidade de ocasionar danos nos componentes do veiculo, que viriam a  contribuir que a roda se solte.
Mesmo que na estrada, se ocorresse a necessidade de trocar o pneu, devido a um furo ou outra coisa qualquer, longe do socorro especializado, o condutor do veículo, homem, mulher, jovem… o fizesse usando estritamente a chave de roda, que acompanha o veículo de fábrica, teria êxito!
Em todo o caso se a pessoa se sentisse insegura, assim que pudesse, levaria o veículo até uma oficina de confiança, para verificar se o procedimento foi correto.
O que não pode, é entregar o veículo aos cuidados de gente curiosa, que usam a modernidade e máquinas de última geração, sem estar familiarizado ou ter treinamento para tal… E é o que mais tem por aí! Claro que tem os bons e os maus profissionais em todos os segmentos da sociedade.
Alô autoridades, esse despretensioso texto, além do mais é uma denúncia, que até o momento não encontrou eco...

Benildo Delai - cidadão cascavelense