Cascavel, Quinta-feira, 23 de maio de 2019

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Martendal na Acic

Sociedade não suporta mais excessos na esfera pública, afirma Martendal
Postado em 26/09/2018

Reduzir o tamanho do Estado, diminuir o número de ministérios e de
cargos públicos e tornar a máquina pública mais eficiente e precisa.
Essas são algumas das urgências do Brasil e defendidas pelo candidato
a deputado federal pelo Podemos, Pedro Martendal. Pedro participou de
encontro com empresários na manhã desta quarta-feira na Associação
Comercial e Industrial de Cascavel.

O Estado cresceu tanto, e com ele a ineficiência e o desperdício, que
a sociedade não suporta mais e não quer mais pagar uma conta tão
grande. “Por isso, caso eleito, vou ser um defensor de reformas que
contribuam para corrigir distorções graves e que fazem do Brasil um
refém de situações que há muito deveriam ser superadas”. Martendal
diz que o País precisa incentivar o empreendedorismo, a formação
técnica de qualidade, a geração de empregos e a desburocratização.

Em Cascavel há 46 anos, Pedro Martendal tem ligações antigas com o
setor de transportes, formou-se advogado e também atua em defesa da
pessoa com deficiência. Ele foi vereador por quatro anos e na Câmara,
disse ele aos empresários, agiu com o máximo de rigor para tentar
quebrar vícios e para modernizar o Legislativo. “Muitas vezes, quem
legisla faz leis e aprova projetos distantes dos reais interesses da
comunidade”, lembrou o candidato. O governo precisa se movimentar
segundo as urgências da sociedade, que são empregos, oportunidades,
segurança e qualidade de vida.

Ouvir

Um dos diferenciais de Martendal é que ele se propõe a ouvir as suas
bases para apresentar projetos e se posicionar na Câmara Federal.
“Caso eleito, vou procurar as entidades e pedir orientações, porque
meu mandato será de vocês. Serei um porta-voz, um colaborador na dura
missão de mudar aspectos fundamentais para o Brasil sair desse
marasmo”. O candidato afirma ser a favor das reformas política,
previdenciária e tributária e falou em unidade para vencer o jogo de
cartas marcadas das eleições e posturas antidemocráticas
estabelecidas pelos últimos governos, a exemplo da tabela do frete.
“Se somos uma democracia, temos quer ter liberdade de negociação e a
tabela é uma afronta a tudo isso”.