Cascavel, Sábado, 17 de novembro de 2018

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Emerson é pelo fim dos privilégios e por reformas

Acic abriu espaço para candidato a deputado federal do Partido Novo apresentar sua plataforma
Postado em 29/08/2018

O médico Emerson Villanova, 46, candidato do Partido Novo à Câmara Federal, foi recebido na manhã desta quarta-feira, na Acic, por diretores da entidade. Emerson falou de sua trajetória pessoal e profissional e da vontade, com o suporte do que ele definiu de uma nova proposta e de um novo jeito de fazer política no Brasil, de dar sua colaboração para necessárias mudanças na esfera pública.

O candidato informou que a decisão de concorrer não foi fácil. Ele precisou passar por várias etapas, do convencimento dele próprio ao da família, principalmente da esposa, antes de aceitar o desafio. Emerson, já respondendo a questionamentos formulados pela entidade e sorteados aos candidatos, informou que o fim dos privilégios e a redefinição da pirâmide da escola/universidade pública é um aspecto fundamental para um novo Brasil. São os excessos, os auxílios descabidos e outras posturas que custam tão caro e mantêm o País refém de uma máquina enorme e pouco eficiente.

O Brasil é um dos países com maior proporção de servidores por número de habitantes e, mais que isso, os funcionários públicos são donos dos maiores privilégios do mundo. Isso precisa ser revisto, afirmou Emerson, para acrescentar que o funcionalismo público precisa sim ser valorizado, mas que certas vantagens, a exemplo do que ocorre no Legislativo e no Judiciário, devem ser repensadas.

Emerson lembrou de uma proposta recentemente aprovada pela Câmara Federal, mesmo diante do atual momento de dificuldades do País. De que os filhos de parlamentares serão considerados dependentes do plano de saúde da Casa até completar 33 anos. “Minha família pode pagar um plano de saúde privado e, se eleito, seguirei o utilizando”. Quanto à união da bancada parlamentar do Oeste para acelerar atenção a reivindicações estratégicas, o candidato a deputado federal ressaltou que o pacto do Partido Novo é com o cidadão e que se as propostas forem para garantir avanços a esse cidadão então o partido será parceiro.

Em suas considerações finais, Emerson Villanova falou que o Partido Novo não usa dinheiro público, entende que política não é profissão, defende menos impostos e menos burocracia, o fim do foro privilegiado e apoia à Lava-Jato. É também pelo fim do voto obrigatório. O candidato à Presidência pelo partido Novo é João Amoedo.

Crédito: Assessoria