Cascavel, Quinta-feira, 05 de dezembro de 2019

Cartas

Enviada por: Antonio Carlos S. Kuhn
Postada em 10/11/2010
PREZADO JAIRO

Parabéns pelo editorial "PROCURADO", pois realmente o Requião conseguiu fazer Cascavel voltar ao tempo da pistolagem, por não cumprir o que a lei diz e a justiça já determinou (várias reintegrações de posse autorizadas pelo Conselho da Magistratura).

O não cumprimento de leis, a impunidade e o descumprimento de ordens judiciais, causam a insegurança jurídica e social no campo e na cidade.

Um abraço,
Antonio Carlos S. Kuhn 
Enviada por: Luis Carlos Marcon
Postada em 10/11/2010
Minha reclamação

É necessário um pouco mais de responsabilidade com este tipo de matéria. Pois, ao meu conceito, ela é altamente discriminatória. Afinal de contas quem é este gordinho? É preciso dar nome ao viado!
Se você não agir assim, certamente todos os gordinhos (entre eles, este modesto escriba) serão suspeitos. E é bom que fique registrado. Eu sou igualzinho o Requião. Minha porção feminina é sapatão.
Para finalizar. Interessante a informação do membro (sem trocadilhos, por favor) da igreja. Em especial aquela em que ele informa que na sessão de descarrego, ele(o boiola) quase desmaiou porque o encosto não queria sair. Eu já conhecia diversos adjetivos chulos pro negócio. Cacete, vara,caralho, entre outros tantos. Encosto é a primeira vez. E se rapaz que cede a cauda desmaiou porque o encosto não queria sair, fico imaginando o tamanho do baita. Arra, sô!!!
É isso!

Luis Carlos Marcon 
Enviada por: Jornalismo - Jovem Pan Cascavel
Postada em 10/11/2010
 Boletim Salário dos Médicos

Depois de terem o abono cortado pela Câmara, os médicos que atendem no sistema público de saúde em Cascavel ameaçam paralisar atividades. Considerando a gravidade da perspectiva e das conseqüências que pode gerar, a situação merece análise mais aprofundada. A rádio Jovem Pan procurou investigar o assunto, inclusive buscando saber quanto ganham os médicos de cidades do mesmo porte de Cascavel, como Foz e Maringá.
Sem o abono de R$ 900 reais, o salário dos médicos de Cascavel cai para R$ 1.300 brutos ou R$ 1.100 líquidos, descontados os impostos. Se o valor for dividido pela carga horária, significa R$ 50 reais por dia ou R$ 4 reais por consulta.
Em Foz do Iguaçu o médico que atende na rede pública ganha R$ 1.970,00. Mas esse salário é pago apenas aos médicos em início de carreira e está em vigor há nove anos. Em Foz do Iguaçu a maioria dos profissionais ganha mais de R$ 2.500 por mês, por conta de adicionais pagos pelos anos de carreira e dedicação ao serviço público.
Em Toledo, como já foi publicado, os médicos ganham R$ 4 mil para quatro horas e R$ 1.500 por duas horas. Em Maringá, cidade com pouco mais de 300 mil habitantes, os médicos da rede pública ganham em média mais de R$ 2 mil reais por mês e também contam com adicionais por tempo de serviço como estímulo para permanecer no setor público. Quanto mais tempo, maior o salário.
Sem o abono de R$ 900 reais, o salário dos médicos de Cascavel cai para R$ 1.300 brutos ou R$ 1.100 líquidos, descontados os impostos. Se o valor for dividido pela carga horária, significa R$ 50 reais por dia ou R$ 4 reais por consulta.
Sem entrar no mérito do pouco e do muito, é preciso dar atenção aos números. Em Cascavel um médico ganha R$ 4 reais para assumir a responsabilidade de tratar de um paciente – exatamente o preço de um cachorro-quente com coca-cola. Isso depois de 6 anos de universidade, dois de residência médica e muitos outros de estrada. A comparação pode parecer simplista, mas serve como diagnóstico para um caso de grave de “descasopatia”.

Jornalismo - Jovem Pan Cascavel